
Chiquinha Gonzaga
Chiquinha Gonzaga

Categoria
Música
Ano
2025
Sobre o Projeto
Idealizado por Raquel Paixão, o recital cênico é inspirado na trajetória de uma das figuras mais emblemáticas da música brasileira, Chiquinha Gonzaga. A montagem é um recorte abolicionista, feminista e artístico da vida dessa mulher, que celebra a trajetória revolucionária da musicista que lançou a primeira marchinha de Carnaval no Brasil.
Sinopse
Ao longo do recital, o público é convidado a revisitar a história de Chiquinha, não apenas como uma artista de vanguarda, mas também como uma mulher negra em um Brasil marcado por desafios sociais e raciais. A pianista compartilha suas próprias vivências como mulher e artista negra, refletindo sobre a importância de dar visibilidade a essas narrativas no contexto da música clássica.










Ficha técnica criativa
Idealização, interpretação e colaboração dramatúrgica: Raquel Paixão
Direção cênica e texto: Elisa Lucinda
Direção musical: Maria Teresa Madeira
Direção de produção: Rafael Lydio
Iluminação: Maurício Fuziyama e Rommel Equer
Figurino: Angela Brito | roupas e A-Aurora | Sapatos
Projeto gráfico: Daniel Barboza
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A Menina Akili
Akili é uma menina nascida na pequena aldeia africana chamada Adimó e sonha rodar o mundo com seu tambor falante, contando e cantando as histórias do seu povo e do seu lugar e tornar-se uma griote, guardiã da tradição oral da sua aldeia. Durante sua jornada ela é guiada pela sabedoria de dois encantados, A Senhora das Águas e a Rainha Ananse, uma aranha muito divertida.

O Princípio do Mundo
Partindo do pressuposto de que a primeira criatura humana foi feita por uma mulher preta. Com uma estrutura totalmente poética a montagem realiza um desdobramento sobre o fundamento do matriarcado e a orfandade do mundo contemporâneo.